...também sou da mesma opinião.
A melhor qualidade do ser humano não é a beleza ou a inteligência ou a sabedoria ou...
É mesmo a bondade!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
De facto,
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Que cenas confusas!
Então vais almoçar a Lx?
Ah.
"E depois vou... parece que ao parlamento "(ou nem percebi onde), "por causa do novo convite!"
Ah.
Eu?
Sim sabes sempre onde estou não é?
Não precisas de te preocupar com isso.
Não vais estar então a trabalhar?
Ah.
Pois.
Tudo ok.
Eu sei disso tudo não é?
Ah, sim,falamos quando estivemos juntos no verdadeiro sentido da palavra e da acção.
Na vida cada um tem tempo e dá atenção ao que quer.
Ah.
Deve estar certo.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Dias não são dias...
e noites não são noites!
A diferença que faz uma noite bem dormida.
Há tantos anos que não dormia com meias e a noite passada dormi com meias e... dormi tão bem.
Resultado de uma simples noite bem dormida:
Sinto-me fresca, decidida, bem-disposta, sinto amor dentro de mim.
E aproveito toda esta predisposição e deixo hoje de fumar!
Falta pouco para fazer anos e já não vou para nova...
Tenho que cuidar de mim.
Mais e melhor.
Amo a minha vida.
Amo com quem estou.
Amo com quem vivo.
Sinto-me grata por ser quem sou.
E viva o ...Spooooorting!
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Tenho reparado...
...ou tenho vindo a reparar e a constatar que continuo a fazer algumas coisas que se calhar não devia e uma delas tem-se mantido e tem permanecido na minha vida.
E hoje, decido aqui e agora, que vou tentar afincadamente falar e sentir apenas por mim.
Ainda há dias escrevi "estamos" ou "somos felizes...sou feliz", qualquer coisa do género.
Devia-me ter ficado pelo sou feliz ou pelo estou feliz e pronto.
Efectivamente, posso e devo apenas dizer o que eu sinto mas que eu de facto estava feliz, é bem verdade.
E como me estava a sentir feliz com alguém, pensei e escrevi erradamente pelo outro.
Segunda parte!
Se tivesse escrito este texto de manhã, teria sido assim :
"As pessoas vivem juntas mas estão sozinhas"
E porque era assim que eu me sentia, lá estava eu outra vez, a falar e a generalizar a vida dos outros pela minha vida.
Não não, o que escreverei é :
Vivo junta com uma pessoa que me faz sentir tão bem tantas vezes.
Que me completa quando me ama.
Que me arrebata quando me toca.
Me abraça.
Me beija.
Que continuo a amar apesar da quantidade de anos a que estamos juntos.
... mas que também me consegue
fazer sentir tão sozinha.
Nem sei se é só o sentir-me sozinha que me chateia, se é o sentir e o perceber que sou dispensável.
E que se não for eu a dar o passo em frente,que a coisa não anda ou demora muitas horas para andar(por vários motivos). E eu estou fartinha de esperar.
Sinto que não tenho mais força nem paciência para me sentir assim e ver o tempo que me resta de vida a passar, desperdiçado em nada, à espera de não ser eu a dar o passo.
Efectivamente...
"Não posso mais... tururu ...viver assim tururu..."
sábado, 7 de novembro de 2015
Para ser mais específica:
IO filho decide contar à mãe uma situação a que assistiu com um colega relativamente chegado à família.
Uma situação que só por si é desagradável, podendo até ser grave.
Sabendo da proximidade da mãe do colega em causa com a sua mãe, o filho explicita a sua vontade de que aquela conversa fique por ali relativamente à sua possível divulgação.
Comentário do pai, casado com a mãe e presente no momento:
"Quando não queremos que as coisas se saibam não as dizemos"
Será uma demonstração de respeito o pai dizer ao filho que na dúvida, não deve confiar na mãe?
O conselho para o filho seria:
"Faz-te um homem e não contes as tuas coisas, dúvidas, anseios, sonhos, vontades à tua mãe nem a uma futura mulher, pois é o que é suposto na dúvida ou na estupidez um homem fazer?"
Será que o homem que se fecha em si o faz por não confiar efectivamente na mulher?
Em ninguém?
Ou só na mulher?
E pensaria que estava a ser educado e a dar um bom exemplo ao filho?
Ou nem sequer se daria ao trabalho de pensar nisso?
E no seu dicionário existirão as palavras:
Desculpa? Respeito? Boa vontade? Altruísmo? Amizade?...entre outras palavras tão importantes quando ligadas a acções?
E se efectivamente existirem (como até aqui tenho pensado e acreditado que sim, existirão) po-las-à em prática tanto quanto seria oportuno?
Podia escrever aqui tantas questões!
Mas não o vou fazer.
(Não, a vida não é complicada. As pessoas sim, infelizmente, são complicadas.)
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Que cena!
Isto por vezes há cenas um pouco estranhas!!
Então não estou eu a abrir uma página de bolachas no Pinterest e qual bolachas qual quê.... aquela coisa ia sempre para um site de convites e assédio sexual para adultos!!!!!!
Mas que ricas bolachinhas que aqueles ou aquelas me saíram!
Se calhar para ter receitas de bolachas tenho que pesquisar qualquer coisa tipo: sexo para adultos?
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Sobre a felicidade.
Efectivamente, temos tudo o que um ser humano nas nossas idades e condições poderia ter ou desejar.
Com tanta maldade, invejice, má formação, falta de educação, maus semblantes que nos rodeiam, porque a vida é mesmo assim e o mundo não é propriamente uma redoma de perfeição, estamos bem.
Estamos muito bem.
Estou bem.
Estou muito bem.
Devemos sentir-nos agradecidos por estarmos com quem queremos, vivermos com quem amamos e usufruir de corpo e alma esta passagem de vida, que é a nossa!
E é assim...a vida será isto mesmo...
A nostalgia que assombra quem vive na casa dos quarenta anos, nem sempre é fácil de digerir...mas se olharmos para as desgraceiras de vida que existem...aos vinte, aos trinta, aos quarenta...e por aí fora, temos a mais valia de poder dizer:
Estamos bem!
Estou bem!
(pelo menos aqui e agora!)
Beijos e abraços.
Para ti Tarzan, com a benece de poder ser em todo o corpo!
Ah e acrescentarei ainda, pois para mim faz todo o sentido, que esta minha forma de estar bem, inclui o facto tão simples de conseguir olhar para a vida de forma diferente, afastando tudo o que na vida me faz ou fez mal, e absorvendo tudo tudo o que me faz bem de verdade!
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Ai ai...
domingo, 6 de setembro de 2015
Não gosto...
Acho que ninguém gosta e...muito menos eu!
De mim posso e falo eu!
Tenho pensado tanto e tento falar contigo e ... acabo por nem perceber se te interessa ou se quer, se me compreendes.
Que pena.
Mas...mas...mas...podia ser tudo tão mais fácil.
Diz-me o que te atormenta e que não te deixa falar ou te deixa sem vontade de o fazer!
Diz-me pfv se não enlouqueces-me.
Mas...
...e apesar de todas dificuldades, eu amote muito.
Amote muito...
Sempre tua no melhor e no pior.
Adeus.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Todos nós...
É-nos muito mais fácil criticar tudo e todos do que melhorar a nossa existência enquanto pessoas, filhos, cônjuges...seres humanos!
Por vezes parece que se vive no livro infantil da LDS e mais propriamente na poesia de "Tudo ao contrário"!
E se morássemos dentro de um livro?
E se a nossa vida pudesse ser a da personagem do livro de que mais gostámos?...
Qual é que escolhias?
Faço a pergunta a mim mesma e sei que a resposta é supermegadifícil pois tenho a certeza de que qualquer um de nós quereria estar na vida de vários livros!!
sexta-feira, 17 de julho de 2015
Esclarecimento imediato:
Eu! Hoje! Aqui! E agora!
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Reencontros.
Há desencontros que nos fazem tão bem.
Viram ontem a notícia que rolou nas redes sociais de um casal que se encontrou passados trinta anos depois de se terem decidido separar?
Os encontros e desencontros das pessoas?
Sim...as vidas são repletas de encontros e desencontros.
Com a idade que tenho já não posso ter pretensões de ser como fui.
Obrigo-me diariamente a aceitar que cada um tem os encontros e desencontros que tem que ter na vida.
Se tenho pena de alguns?
Sim.
E também tenho receios como todas as pessoas.
Ninguém devia poder
Ninguém nem deve querer
Ninguém devia sentir necessidade
de controlar os encontros e desencontros que não os seus.
Atenção:
Isso acontece simplesmente porque um dos cônjuges não sacia a necessidade do outro.
Temos que estar sempre muito atentos...não vá o diabo esfregar o olho...
Partilhar sem restrições as coisas da vida com o cônjuge:
Sem incompreensões.
Sem julgamentos.
Foram o que foram.
São o que são.
Serão o que serão.
Sem Débitos conjugais.
Só créditos.
Isso sim são cônjuges felizes.
O único que nos dirá o fim da história.
domingo, 12 de julho de 2015
A vida faz-nos tão persistentes, não é?
Num filme:
Um casal de reformados.
Com filhos criados e já com vidas próprias, os filhos.
Viveram uma vida de encontros e desencontros.
Acabaram por decidir separar-se.
Mais tarde, reencontram-se por vários motivos.
Ainda gostam um do outro.
Estão apaixonados de novo.
Têm consciência de que casaram muito cedo.
"Valia mais ter-mo-nos conhecido só agora nesta fase da vida!"
Mas a vida faz-nos tão persistentes, não é?
É engraçado pois chegamos a uma certa altura da vida em que só queremos o melhor de cada um de nós.
Achamos que já não estamos e não queremos aturar o que nos chateia (só achamos, porque vamos tolerando na mesma certas coisas).
Ainda ando por descobrir nesta minha vida terrena, se o meu cérebro e o meu coração conseguem ir apagando tudo o que não interessa do meu passado. Tudo o que desejo esquecer. Ou o que tenho tendência a não me lembrar e como tal vou esquecendo ou já esqueci.
Por vezes sinto a minha vida como uma luta.
Pequenos momentos tornam-se desesperantes de tão irritantes que são. Normalmente duram apenas uns minutos que parecem...
Ás vezes é como se estivesse sempre a começar.
Mas como não chega a acabar, não estou a começar mas sim a recomeçar?
Qual é que será o limite das minhas capacidades?
Nunca te questionas sobre os teus limites? As tuas capacidades?
Eu sim.
Beijo.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Amor e Amigos.
sábado, 27 de junho de 2015
Desentendimentos psicológicos...
Conhecendo-me como me conheces, sabias que para dormir descansada teria que esclarecer o sucedido.
Conhecendo-te como te conheço, sabia perfeitamente a tua opinião e esperava que a maturidade alcançada te levasse a não comentar, pelo menos pessoalmente, o esclarecimento feito.
É claro que a vida é assim, pensamos todos de forma diferente, contudo (e para mim) hoje e sempre a verdade acima de tudo.
A minha verdade é real, não é virtual, apesar de às vezes poder parecer.
Também, conhecendo-me como me conheço, até aposto que o tirarei (o esclarecimento, claro!).
Não nos esqueçamos que tudo na vida tem o seu prazo de validade!
Até os esclarecimentos!
A própria vida tem validade!
Os enganos da vida têm validade!
Caso contrário viveríamos constante e incansavelmente nos enganos que fazem parte da vida!
Apenas os não enganos são vitalícios...
As coisas prazerosas!
As coisas boas!
As coisas que nos fazem sentir bem!
As coisas que nos fazem sentir vivos!
O que me importa é que me sinto feliz!
Como pessoa (com tudo o que engloba a minha pessoa!!)
Abreijos
;-)
