domingo, 12 de julho de 2015

A vida faz-nos tão persistentes, não é?

Há de facto frases engraçadas que lemos em livros, ou vemos em filmes, ou ouvimos de pessoas.
Num filme:
Um casal de reformados. 
Com filhos criados e já com vidas próprias, os filhos.
Viveram uma vida de encontros e desencontros.
Acabaram por decidir separar-se.
Mais tarde, reencontram-se por vários motivos.
Ainda gostam um do outro.
Estão apaixonados de novo.
Têm consciência de que casaram muito cedo.
"Valia mais ter-mo-nos conhecido só agora nesta fase da vida!"

Mas a vida faz-nos tão persistentes, não é?

É engraçado pois chegamos a uma certa altura da vida em que só queremos o melhor de cada um de nós.
Achamos que já não estamos e não queremos aturar o que nos chateia (só achamos, porque vamos tolerando na mesma certas coisas).

Ainda ando por descobrir nesta minha vida terrena, se o meu cérebro e o meu coração conseguem ir apagando tudo o que não interessa do meu passado. Tudo o que desejo esquecer. Ou o que tenho tendência a não me lembrar e como tal vou esquecendo ou já esqueci.

Por vezes sinto a minha vida como uma luta. 
Pequenos momentos tornam-se desesperantes de tão irritantes que são. Normalmente duram apenas uns minutos que parecem...

Ás vezes é como se estivesse sempre a começar. 

Mas como não chega a acabar, não estou a começar mas sim a recomeçar?

Qual é que será o limite das minhas capacidades?
Nunca te questionas sobre os teus limites? As tuas capacidades?
Eu sim. 

Beijo.

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