quarta-feira, 15 de julho de 2015

Reencontros.

Há encontros que nos fazem tão bem.

Há desencontros que nos fazem tão bem.

Viram ontem a notícia que rolou nas redes sociais de um casal que se encontrou passados trinta anos depois de se terem decidido separar?

Os encontros e desencontros das pessoas?

Sim...as vidas são repletas de encontros e desencontros.

Com a idade que tenho já não posso ter pretensões de ser como fui.
Obrigo-me diariamente a aceitar que cada um tem os encontros e desencontros que tem que ter na vida.
Se tenho pena de alguns?
Sim.
E também tenho receios como todas as pessoas.

Ninguém devia poder
Ninguém nem deve querer
Ninguém devia sentir necessidade
de controlar os encontros e desencontros que não os seus.
Atenção:
Isso acontece simplesmente porque um dos cônjuges não sacia a necessidade do outro.
Temos que estar sempre muito atentos...não vá o diabo esfregar o olho...

Partilhar sem restrições as coisas da vida com o cônjuge:

Sem incompreensões.
Sem julgamentos.
Foram o que foram.
São o que são.
Serão o que serão.
Sem Débitos conjugais.
Só créditos.
Isso sim são cônjuges felizes.
Plenos da plenitude da vida em comunhão: no verdadeiro sentido da palavra e do corpo!

O futuro...
O único que nos dirá o fim da história.









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