terça-feira, 16 de outubro de 2018

Digo ou não digo!?


Se penso acho que devo dizer. Mas como é que faço o meu cérebro não pensar para não ter o que dizer?
É bué estranho todas as coisas porque por vezes me "chateio"!
Começo a pensar que era melhor viver anestesiada e não querer saber de nada nem tão pouco de ninguém.
Dar aos outros a medida exacta do que recebo.
Mesmo dentro da minha casa.
Que importância tem o que penso de certas coisas se isso no dia a seguir já passou e não me acrescentou nada!? Nem acrescentou nada ao outro?
Sinceramente, quem me dera ser capaz de ter a capacidade de simplesmente ignorar o bem que não me fazem.
É péssimo não poder dizer basta a certas cenas apenas porque amo.
Há por outro lado uma espécie de desafio que me coloco quase diariamente:
Ainda estou por descobrir os meus limites de paciência para o amor!

[ Espero do fundo do coração que algum dos leitores deste Blogue que aparecem nas estatísticas seja o meu marido. É que estamos juntos à mais de trinta anos e há coisas que já não tenho paciência para lhe dizer!
Sim, porque eu pensarei sempre muitas mais coisas!! Eu sou assim! ]

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