Será que em determinados momentos da vida conjunta, os casais sabem efectivamente e nitidamente o motivo ou os motivos, que os levam a ficar juntos?
Ou continuam apenas juntos porque... ou são pobres e não se podem debater com os custos inerentes de todo o processo que o divórcio exige... ou apenas por meros comodismos?
Será que as pessoas que formam "casais", percebem e têm noção da importância que têm as suas prioridades?
E da importância da felicidade do seu parceiro/a?
Como é que se deve viver com alguém que não gosta de estabelecer prioridades comuns?
Uma vez li uma ideia, num texto de um amigo meu, em que falava que o casamento para si naquela altura, seria pouco mais que: "débito conjugal".
Por vezes penso nisso.
E como é que se ama uma pessoa detestando tanto os seus piores defeitos?
Gostava tanto mas tanto de saber porque estás casado comigo?!?!?!?!?!?
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