Eu dos demais não sei e não quero falar e não quero pensar!
Sobre como conseguem viver a mentira e geri-la para consigo e para com os outros.
Com naturalidade genuína.
Quando falo em "mentira" falo em coisas de facto graves e que implicam várias pessoas, lugares, papéis.
Também sei que "as mentiras" têm todas princípios meios e fins diferentes.
Mas há um ponto comum em todas elas: servir alguém por algum motivo em algum lugar.
Por vezes pode tratar-se de serem mentiras, sobre mentiras...por causa de mentiras!
E pergunto eu: será que a primeira mentira da história anula ou atenua a segunda mentira e todas as sucessivas?
Ou têm todas as mentiras o mesmo valor, porque são mentira e pronto?
Não sou perita em mentiras há muito tempo (e espero não ser alvo delas neste momento!) por isso tenho sempre muitas dúvidas quanto a este assunto.
Se calhar até sou alvo...e se a vida for uma mentira?
Ah...e quero acrescentar que quando digo que não menti...não digo bem a verdade. Eu menti. Mas menti na única altura considerada aceitável (para mim): na adolescência.!
Coisas de gente nova!
Em aprendizagem da vida!
Eu menti antes de perceber que afinal me sentia feliz era com a verdade.
Custasse ela a quem custasse.
Alterasse ela o que alterasse.
Tenha ela o custo que tiver que ter.
Hoje fico por aqui. Não dormi e estou cansada de pensar em solucionar mentiras!
Para mim a mentira soluciona-se com a humildade de sermos humanos e... com a verdade!
Sem comentários:
Enviar um comentário