Pois foi.
De há umas semanas para cá tenho vindo a fazer uma Formação de Educação Parental.
Não vou estar a escrever sobre o facto de pensar que estas Formações deveriam ser realizadas pelos adultos envolvidos em simultâneo, na educação de determinada(s) criança(s)...
Razão óbvia: A Eficácia na educação de determinada(s) criança(s).
Debruçar-me-ei num pequeno aspecto dos muitos que foram trabalhados na tal Formação:
Círculos.
Começar e fechar círculos de acção.
Apenas com a prática deste ponto, tão importante, estaremos a educar os nossos filhos para o sucesso, para a sua autonomia, para a sua organização e estruturação de pensamentos e acções.
E isto faz-me debruçar sobre a minha vida.
Tento encontrar-me nas situações que vivo no meu seio familiar nuclear.
Este é composto por quatro pessoas.
Dois adultos, um adolescente e um pré-adolescente.
Na nossa casa há muitos ciclos, no meu entender claro, que ficam em aberto.
Por exemplos:
Levantam-se, não arrumam o quarto.
Comem, a loiça fica em cima da mesa ou espalhada por onde for.
Acaba o dia de escola, não arrumam as suas coisas no devido lugar.
Tomam banho, a roupa fica na casa-de-banho, não enxugam o cabelo, os sapatos espalhados.
Jantam, tanto faz se comem ou não fruta à refeição.
Vêm coisas no chão, não as apanham e possivelmente nem se questionam o porquê de estarem ali.
Etcetcetcetcetcetcetcetceter.
Os progenitores pensam nessas lacunas?
Quais serão os resultados futuros na vida destes adolescentes?
Será apenas o valor da Liberdade o mais importante de todos?
Deverei eu continuar a fechar os círculos que o outro progenitor deixa em aberto?
Ou deverei preocupar-me e debruçar-me apenas nos meus círculos?
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