segunda-feira, 20 de abril de 2015

NhamiNhami




Up's...vai descobrir de imediato que esta foto não tem nada a ver com o que vai ser escrito...era só para disfarçar...
(hummm...mas é pena pois até tem muito bom aspecto... )





Se não estivesse (agora) neste mundo virtual...
Se estivesse contigo (agora)...
Sussurrava-te ao ouvido...

"Anseio pelo chegar da noite Tarzan!
Fazes-me tão bem!
Tão bem!
Nham nham!
Nhaminhami"
 

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Prazo de Validade


As pessoas quando nascem, deviam trazer prazo de validade ...tipo...como os alimentos.
                                                                                                            Assim é injusto, viver sem saber.
É que quando somos novos nem nos lembramos que a vida é uma passagem, nem vemos nada para além da felicidade que é viver (pelo menos comigo foi assim).
Depois e com o avançar da vida e com o que vamos vendo e sentindo... a coisa já não é bem assim... 
Pessoas que nos são próximas desaparecem, outras próximas ficam doentes, o pensamento de que num futuro próximo ou não, outras próximas desaparecerão e outras próximas adoecerão... men que pressão!
Ok, podiamos apenas saber o nosso prazo de validade a partir dos quarenta anos.
A mim, parecia-me bem.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Eu sou C. Hum...vitamina? Naaa...



C)

Aqueles que o comprimento do dedo anelar e o dedo 

indicador são iguais, são amantes da paz, e sentem-se 

desconfortáveis quando estão em conflito. 

Eles são pessoas 

organizadas e tentam-se dar bem com todos, são pessoas 

que tendem a ser fieis num relacionamento cheio de ternura e carinho

                                      para com os seus parceiros.



Os outros dois casos:

A) Diz-se que as pessoas em que o dedo anelar é mais longo do que o dedo indicador são muitas vezes bonitos e atraentes. Irradiam charme e são irresistíveis. Eles são mais agressivos e decisivos e não têm nenhum problema em correr riscos. Os cientistas descobriram que as pessoas com dedos anelares mais longos ganham mais do que aqueles com dedos anelares mais curtos.

B) As pessoas com dedos anelares mais curtos do que os dedos indicadores têm grande confiança em si mesmos, podem até tornarem-se arrogantes. Desfrutam da solidão e não gostam de ser perturbados nos seus tempos livres. Eles não são o tipo de pessoa de dar o primeiro passo quando se trata de relacionamentos, mas de aceitar e apreciar o cuidado que recebem.



Devolução de mail

"Estou aqui a pensar que passas muito rapidamente do"adorável queridinha" à indiferença e isso não me agrada mesmo nada. 
Independentemente do que sentes e dos teus motivos, não se faz o que me estás a fazer. 
Eu não gosto que não me motives. 
Eu não gosto quando me fazes sentir isto.

Resto de boa noite."


Este mail não chegou ao destino.
Foi escrito ontem pelas 23 horas e veio devolvido.


Então e se estavas assim tão chateado porque é que não disseste nada?
Porque é que não vieste ter comigo?
Porque é que te limitaste a agir como se eu não exisistísse?
O jantar até ficou tão bom.
Parece que ainda não percebeste que a vida são dois dias e e tenho muito pena que tantos dias e tantas noites sejam desperdiçados com coisas fúteis.
Que desperdício.

Achas bem?

Ontem tive cenas no trabalho que me dixaram chateada e tu até tinhas conhecimento delas e depois, ainda gramei com a tua indiferença e inexistência à noite. 

Ollha que dose.
Que bonito.
Poupa-me sim!?

Para quem me chateia aqui deixo um conselho:
$##$%&/F"#$$%&//()O)==(/(=)=????)(&$"#"!||"#&/())?=?)=()((&(&%&$$U.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Era isto!

Fui passear com a minha querido famelga nestas férias da Páscoa.
Destino: MG.
Adorei.
Só regressei ao trabalho à dois dias e parece que nem cheguei a sair.
Mais do mesmo.
Sempre as mesmas caras e por sinal na grande maioria, pouco comestíveis.

Adiante.

Num dos dias em que por lá estivemos alugámos umas bicicletas e fomos rumo a VRSA.
Adorei.
Foi tão fixe.

No regresso a casa de bike, um dos meus filhos disse para mim e para a prima...
 
"Como é que é possível...é a primeira vez que a minha mãe vai à frente em alguma coisa com o meu pai e o meu irmão!"
 
(...momento de baque...para a mãe!)
 
De facto  fiquei boquiaberta com aquele pensamento que vindo do G. era sentido.
Quase sempre em tudo o que fazemos, quando saímos, fico na retaguarda. 
 
Por opção, é a verdade.
O miúdo tem razão!
Por um lado sei que o faço genuinamente porque quero ver e controlar tudo. É defeito ou feitio meu.
 Se for à frente fico de costas para eles e parece que perco mais de metade de tudo o que acontece, não os vejo, não os protejo, não os aprecio.
Gosto de os ver. Gosto de olhar para eles. Faz-me sorrir.
Por outro lado...
 
Por opção ou não, é a verdade.
 
É verdade, muitas vezes não me é dado espaço para que seja eu a ir à frente.
Ou porque eu ando devagar e não conseguem ir tão devagar porque lhes faz doer as pernas, ou porque... porque...porque...tretinhas!
 
A minha verdade.
Quem ama espera. Acompanha. Dá a mão. Segura a onda.
Aprecia com intenção de fazer o outro simplesmente feliz.
 
Estamos a melhorar, a meu entender neste campo. Quero sentir cada vez mais que esperas. Que aprecias. Que sorris por olhar. Que me fazes sentir protegida.
 
 


quinta-feira, 19 de março de 2015

O melhor pai



Humpft...
 (quem quiser que enfie a carapuça porque eu não vou acusar ninguém...
...não, não, não, escusam de pedir...)


Pretenciosos...

Malta a escrever em blogues a dizer cenas tipo: "Escolhi o melhor pai do mundo para os meus filhos!" e que... "Os meus filhos têm o melhor pai do mundo!"...e blábláblábláblá...

É preciso terem coragem seus cretinos!

Dhaaaaaahhhahah...

Essa história é minha!!!!!! 

quarta-feira, 18 de março de 2015

Eu quero(-te)!!!

Leitura de estudos científicos sobre o que são 
"Casais Felizes".

(...por incrível que pareça existem estudos 
científicos... sobre tudo!)
Entre muitos iténs apresentados por vários estudiosos, 
reflito sobre um deles...

Os Casais Felizes...
e parece que está provado...
praticam actos de prazeres carnais orgásmicos 
entre duas a três vezes por semana...

Sim...parece-me bem.

'Bora lá fazer parte das estatísticas, Tarzan?

A escolha que fazemos. Como Homem. E como Mulher.


Head Over Heels 

Timothy Reckart



Ando eu à procura de como resolver no meu íntimo algumas
  questões conjugais...quando me deparo com 
esta cena tão gira e tão brutal.
Realmente só para a morte é que não deve haver remédio.
(Duas pessoas. Um casal. 
Consumidos pela rotina do dia-a-dia. 

Distantes nos interesses comuns.

Partilham a mesma casa. Cada qual na sua vida. 

Mas que ainda se amam.)



Queres saber se resulta?
 Espreita 


terça-feira, 17 de março de 2015

?(Questões!)





E quando as pessoas chegam à conclusão que sempre estiveram apaixonadas por alguém que de facto nunca existiu?
Sejam homens ou mulheres...
Deve ser tramado...
Eu não queria estar no lugar dessas pessoas!

sexta-feira, 13 de março de 2015

Realmente ele há coisas do caraças



(Inspirada na leitura de algumas algumas passagens deste meu blogue)

Realmente não é de todo normal que alguém, que algum companheiro, que algum marido tenha tido a sorte de ter alguém como eu na sua vida.E é que não sou convencida, acho mesmo que sou boa pessoa, paciente, amiga, sincera, simpática, entre tantas outras coisas mais...com alguma possibilidade de algumas outras características serem menos agradáveis...claro!

Uma coisa é certa: Eu sou sincera, nunca andei cá para enganar ninguém(na vida) e aliás uma das coisas que me tira do sério é alguém dizer que fiz isto ou aquilo com esta ou outra intenção... fosse do que fosse que não fosse verdade.

Quem me conhece sabe que quando digo ou faço alguma coisa...se tiver intenção...sai de baixo porque é bruta mesmo (ou se a intenção for boa...é meiga mesmo!!). 

Há gente que não me merece mesmo!
Não merece a minha boa paciência.

Hoje até estou a descobrir que parece haver pessoas que só pelo simples facto de eu respirar ficam incomodadas...
Haja paciência.Mau demais. Baixo nível.

(Ainda bem que os meus dias são dedicados a crianças)

Conclusão:
eu até gosto muito, bastante de estar com pessoas(normais), de conviver, de falar, de rir, de brincar, gosto efectivamente de viver mas...pessoal...assim não dá!!
Apetece-me mesmo mandar a malta (quase) toda PPPPPÓÓÓÓ CCCAAARAAALLLHHHOOO
(pois...e assim se me mandarem a mim, eu vou também)

That's it!

quinta-feira, 12 de março de 2015

É a vida


A minha vida hoje resumida em apenas algumas linhas:

Assim como em algumas histórias de encantar, os inícios, os meios ou os fins das histórias da vida podem não ser de facto o tal conto de fadas tão desejado...

:-(


quarta-feira, 11 de março de 2015

POIS...




POIS

Queria e quero encontrar-me contigo na cama,claro!

Mas... só para dormir não!

Hugassssssss..........

Cadê os amassos, os beijos, os toques, os apalpos, as festas,os arrepios de sexo?

Ele e Ela


Em nome da pessoa que fez este coração (em seu nome!) venho proclamar e testemunhar a sua felicidade perante um bem alcançado, um sonho realizado ou diria melhor, uma necessidade básica satisfeita como pessoa, como mulher.
Era uma coisa que ela precisava que fosse feita.
Era algo que não podia ser ela a fazer por ela.
Era algo que estava dependente de outra pessoa.
E eis que algo aconteceu.
Ele escreveu.
Escreveu qualquer coisa que falava dela.
Ela estava lá.
Sim. N"A Certeza".
( Ah, e ela pediu-me para referir que escreveu estas palavras logo logo no dia a seguir a ter lido o texto mas só hoje as publica)


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Huuummm...


Olá!
E depois de uma noite tão relaxada, de prazer, de belo prazer...
este início de manhã tão atribulado...
Daaaaaahhhhhhh...ninguém merece.


O T ligou-me a pedir desculpa pelo seu comportamento matinal.

É justo.
Claro que desculpo!
(Se os nossos dois filhos conseguirem absorver o que de melhor nós temos...tchiii...seriam brutais!)

Huuummmm... 

Ah...e voltando à noite de prazer...
(por isso o texto tinha começado desta forma)


Gosto mesmo de ti Tarzan.

Tenho ainda o teu sabor na minha pele, na minha boca.

Huuummmm...!!!!!!!

Amote Tarzan.






quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Eu quero!

Há muitas pessoas com blogues, páginas de cenas.
Como eu.
Penso... e sei... e tenho conhecimento que a partir do momento em que se coloca o que quer que seja na Internet, tudo se conecta , todas as informações, todas as ideias, todas as divulgações... tudo fica exposto para quem lê.
No meu caso, fiz este blogue como tentativa de comunicação com o meu Tarzan.
Eu não sou a Jane mas já estou como meu Tarzan... há muito tempo.
Estávamos cansados da nossa rotina.
Habitua-mo-nos ao facto de sermos casados, de toda a vida termos estado juntos e bláblábláblá...o de sempre.
Por vários motivos deixámos de ter paciência para várias conversas, repetitivas, chatas,cansativas...o de sempre!
Agora não.
Crescemos, amadurecemos, ouvimos os nossos corações e temos consciência de que não estamos para merdas.

Eu quero ser ouvida olhos nos olhos.
Quero abraços no coração.
Quero beijos que me tirem do sério.
Quero arrepios no corpo.
Quero ser comida.
Quero ser chamada pelo meu nome.
Quero ser lambida.
Quero bons beijos de língua.
Quero ouvir os mesmos silêncios.
Quero toques de fugida.
Quero ter aqueles orgasmos.
Quero os teus dedos dentro de mim.

Quero viver com o homem que amo.
Quero possuí-lo.
Quero que... se puder ser contigo... melhor!


Extremamente feliz, plena e completa. 
Sem medo de nada.


 E..........eu estou a pensar: É assim que eu quero!

(e sim, são pensamentos e estou a dizê-los! 
Será possível?? 
Dizer pensamentos?? 
Será isto um sonho??) 











terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Nascemos feitos para nós mesmos




Quando nascemos, nascemos feitos para nós mesmos

Esta frase faz-me lembrar uma cena que li no outro dia e dizia:

Perguntaram a uma mulher se o seu marido a fazia feliz.

Não......(foi a resposta)

Porque eu sou feliz como pessoa.

Não são os outros que fazem a minha felicidade,sou eu que a faço! 

Com o marido, a prima, os amigos, o amante...no trabalho, em casa, na rua...eu posso ter bons ou maus momentos, coisas positivas ou negativas.

Nada mais que isso.

Porque eu sou feliz!



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Pois é...a vida!

Estou eu a ler merdas escritas por ti há tanto tempo e tu aí a dormir no sofá...
Quer dizer...escritas por um tipo que vestiu a pele de um personagem qualquer...
Perguntas-me:"...estás a fazer?"
E eu não respondo ou finjo que nem ouço.
E no decorrer do serão, leio.
Ora me entristeço, ora sorrio, ora levanto a sobrancelha, ora não é que então me excito com cenas escritas por ti...
E pergunto-me:  porque é que tenho a sensação de nunca ter tido aquele tipo atrevido junto de mim por mais que uma hora? Sim, o tempo mais ou menos previsto em que decorria o débito conjugal?(era assim que o definias certo, aos nossos momentos de sexo? Não posso deixar de te dar razão. Eu sentia o mesmo embora não o quisesse sentir).
Pelo menos algo de bom foi conseguido com esta merda toda. Deixámos de lado o "débito conjugal"e passámos a ter verdadeiros momentos de deboche e prazer. Orgasmos fantásticos sem que tenha que ser eu a proporcionar-los a "moi memme". 
Gajas, gajas, gajas...e gajos? Será que os homens param para pensar ou perceber que as gajas também pensam em gajos? Sim... que a(s) sua(s) gaja(s) também pensa(m) em gajos? Ou que podem fazê-lo?
Ah pois é.
Voltando à parte da excitação com as coisas que escreveste...
Acho que pela primeira vez(...) deixei de pensar em ti e estava simplesmente a saborear o que estava a ler. És tão idiota na tua historieta, tão porco nas descrições que fazes(mas um porco bem cheirozinho, tá?)...transportas a classe (Género feminino/...masculino...não sei, não sou homem)para sítios em que todos gostaríamos de estar ou ter estado (ou estivemos mesmo)...
Também tens lá uma outra cena fixe...o homem está a foder a mulher (agora para o caso não interessa se era débito conjugal ou não) e o homem estava a pensar que lá não sei onde(não vou dizer o sítio) e por apenas mais X euros ( também não vou dizer quanto) tinha aquela que estava a foder e mais uma a chupá-lo e mais outra a massajá-lo e sentir-se ia um ganda machão e se pudesse contar aos amigos a foda então ...mais machão ainda...
Bom...
 Por vezes desci ao planeta Terra, entre palavras e pontuações...pois...encontrava-me lá...sim nos textos, das mais variadas formas e lembro-me dos orgasmos que tive nos momentos que descreves.
Bem ...há uma cena bué bué bué romântica, em que tu dizes que perdes a consciência de ti, de mim mas que ao mesmo tempo nunca tinhas tido tanta consciência de nós. (Eu sei que eras tu e não o merdas de quem a capa vestiste.)

Gostava que um dia, tivesses coragem e me contasses a tua história de vida dupla. Sem subterfúgios, sem medos independentemente do que pudesse acontecer. Temos que ser duros.
Se não estivesse com esta periodagem até agradecia que me chegasses (e estamos a dois metros um do outro) com ele bem duro. Gosto. A sério que gosto.Sim, do teu caralho bem duro.Sim gosto (muuuuiiiittttoooo) do nosso sexo. Não quero estar tanto tempo sem tê-lo. Temos que resolver isso.

Beijos Tarzan.
Sempre tua <3



Pois é!



Pois é...

E aqui me vejo eu a escrever como se tentasse compreender o que nos aconteceu. 

Porquê? 
É que podia ser que arranjasse mais algum motivo (mais ainda do que todos os que já arranjei), mais alguma desculpa, para desculpar, para perdoar, para esquecer os sentimentos que tiveste quando escrevias para outras pessoas, pensando apenas em ti e em ti e em ti e em ti…e nas outras pessoas, claro.
Ontem estive a ler os textos que estão publicados no blogue do São Rosas.

Pois é...

Chego à conclusão e não apenas por estas palavras que escrevi agora, que o problema não foi tu escreveres, nem conheceres outras pessoas ou falares ou corresponder-te com elas. 
O problema foi mesmo o que eu deixei de ser para ti em determinada altura da vida.

No teu egoísmo sórdido, só a ti te vias, só a ti te vês. 
Tudo o que te faça ter que explicar o que quer que seja, deixa de contar, aborrece-te.

 E eu, estúpida, cega, feliz com a vida, com a minha existência, com os nossos filhos, ocupada com as minhas e com as tuas responsabilidades, nada vi. 
Ou por outro lado, tudo vi mas o amor que sentia por mim e por ti, não foi suficiente para nós dois.
Efectivamente eu não te bastei. Tu querias mais. Querias saber se era possível mais mulheres sentirem por ti a admiração que eu sentia. 
Ou então querias ter a confirmação de que eu era louca, louca por ti, mesmo tu não acreditando que para mim, só tu me bastavas.

Pois é...

Agora tenho dias (como o de hoje, ontem...) em que me encontro numa encruzilhada da vida. 
Quero fugir de tudo como se nada se tivesse passado mas… toda a vida defendi a verdade…também toda a vida senti e sinto que o passado faz parte das pessoas.
O passado faz parte de nós.

Actualmente...

Se em algum momento sinto que tenho que ser por ti e por mim, não é só o meu cérebro que se recusa (porque com recusas de cérebros pode a malta) mas sim e também o meu coração.
E isso é que é grave...porque efectivamente no meu coração o meu cérebro não manda.

Pois é...

Quero focar-me em coisas boas, nas tuas coisas boas...contudo nem sempre permites que seja fácil como parece.

Hoje vieste cedo. Já cá estás. E isso é bom. 
Devemos achar que é bom e que não vamos ter mais um conjunto de momentos desperdiçados, sem sentido, sem o sentido de um homem e uma mulher que dizem amar-se e que estão a usufruir do mesmo espaço.

Pois é...

Eu continuo a querer ser feliz contigo, porque de facto te amo.
Partindo do meu princípio de que sou feliz comigo, quero também ser feliz contigo.
Não quero ficar de parte. Na minha vida solitária. Nos meus pensamentos. 

Quero sentir-me aconchegada nos teus braços.

Quero que me olhes nos olhos.

Quero sentir-me desejada como mulher.

Sempre.
Sempre.
Sempre.

(Se tiveres alguma coisa para me dizer, diz-me!)




quinta-feira, 6 de novembro de 2014

13º - Trufas

As coisas escritas ganham outro valor? Mais valor? Menos valor?
Não sei.
Acho que as coisas escritas ou faladas têm o mesmo valor.
Pelo menos para mim é assim e como sou eu que estou a escrever é isso que escrevo.
Quando me leio, não leio uma personagem de um romance qualquer, um romance barato, de ler e deitar fora.

É estranho...
Sinto que nós, já não somos nós.
Eu não quis como tu querias.
Tu não quiseste como eu queria.

Houve alturas que eu nem pude escolher se queria ou não, o que poderia ser, como poderia ser.
Não me foi dado a escolher.
Até foi (para ser justa), mas não tinha importância, pois se eu tivesse escolhido fazer parte, nunca teria sido a mesma coisa enebriante, luxuriante, viciante, de confissões, mentiras, fantochadas. (isto foi só um à parte)

Pelos vistos, queremos mas não nos queremos como somos.
Eu, por mais que ame, abomino as pessoas que viveram e vivem a ser só às vezes.
Acho que ser só às vezes é muito mau. Aborrecido. Entediante. Frustrante.
Ou pelo menos só conseguir demonstrar, às vezes.

É estranho...
Tive tanta raiva quando tive que ler coisas tuas (li porque quis, claro)
Que existiam na minha inexistência.

Triste.
Muito triste quando alguém se decepciona com alguém que ama.
Fiquei sem palavras, queria ligar-te, queria pedir-te explicações, chamar-te nomes, exigir desculpas, reclamar que apagasses tudo, que acabasses tudo.

Acho que terei feito tudo isso.
Só fui ouvida às vezes. (Não merecia.)

Como não personagem, mereço tudo e ainda mais, e é isso que reclamarei toda a vida que ainda passarmos juntos.
É isso que reclamarei não só de ti mas da vida.

E agora, estou eu a escrever.
A escrever, vê tu ( não estou a ouvir Radiohead, valha-me isso.Por acaso até podia estar a ouvir. Gosto de algumas músicas.)...e vou publicar este post.
Imagina no meu Blog.

E lendo-o, sei que eu sou eu, que sou sempre eu.
Não sou uma personagem.
Não sou apenas mais uma personagem de um romance.

Mas...
Quem somos nós, afinal?
Quem és tu?